20/09/2009

A Iha


Aquarela baseada numa fotografia que fiz em Paranapiacaba. Há uma casa como esta, isolada sobre uma montanha de vegetação. Na minha concepção ela ganhou um aspecto um pouco decadente e a cruz que coroa a construção. Os versos são de minha autoria e a vegetação foi realizada com tinta respingada com uma escova de dentes.

30/08/2009

Estudos do Cosmo




Nova proposta na área: abstrações de aquarela baseadas em fotografias do cosmo. Espero poder criar outros estudos como estes futuramente...

09/08/2009

O Relógio


Saindo um pouco da temática dos "Esqueletos da Sociedade", criei esta aquarela de inspiração nos poemas orientais, que possuíam versos na parte superior e cujo restante da página era preenchida por uma pintura.

Traduzi isso para um contexto ocidental urbano, utilizando a torre de um relógio que fotografei em Paranapiacaba. Os versos são de composição minha também. Espero que apreciem.

01/08/2009

Ex Machina


Está enfim pronta esta aquarela/bico de pena q achei q jamais terminaria. São tempos conturbados estes que se opõe aos desígnios dos artistas plásticos. Nesta peça tentei explorar o vazio(o branco do papel) como parte da composição o máximo possível. Isso já é uma característica da minha obra, contudo acho que aqui se faz mais presente do que em qualquer outra obra minha...

10/07/2009

"Flores para o Morto"



Um curioso veículo! Fotografei o dito cujo em Barueri. Sim, era um carro abandonado no qual flores brotavam no banco do motorista! Era uma obra pronta, que o Acaso me ofereceu para aquarelar.

09/06/2009

O Criadouro de Viúvas


Mais um episódio da interminável série "Esqueletos da Sociedade". Agora utilizando papel Montval, que me surpreendeu pela boa relação que estabelece com a tinta, um papel mui educado! Demorou para concluir esta peça, muitas áreas pequenas e confusas. Agora sei porque os outros pintores preferem pintar bailarinas.

28/04/2009

O Oculário


O mais novo trabalho se chama "Oculário", já que é um pequeno catálogo de olhos. A idéia surgiu de uma peça de madeira descartada que me deram "de presente". Ela já possuía o formato e os orifícios circulares acima. Então decidi que eu faria algo com a tal peça, de acordo com o que seu formato natural e características me induzissem a imaginar.

E eu imaginei esses orifícios como frestas ou buracos de fechadura, através dos quais olhos oportunistas poderiam ver coisas íntimas ou proibidas...


Os olhos são fotografias que fiz com a bondade de minha tia Nilza, os quais editei digitalmente as cores para obter variações tonais. Contudo, o último olho da direita é o original.